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  • by Brunelson

Nirvana: análise de quase todas as canções - "Stain"


Durante o seu crescimento, passando pela infância, adolescência, juventude e fase adulta, Kurt Cobain sentiu-se indesejado, mal amado, desaprovado e inútil, por parte do seu relacionamento com sua mãe, pai (eram divorciados) e alunos da escola da área do esporte.


E depois sendo famoso com o NIRVANA, era a mídia apontando o dedo em escala mundial para fazer questão de deixar amostra os seus problemas com drogas e saúde mental.

Todas essas coisas também já estavam encapsuladas na letras da música "Stain", onde Cobain repete no refrão: “Sou uma mancha, sou uma mancha".

Em setembro de 1989 no Music Source Studios, Seattle, e com o álbum "Bleach" já lançado (1º disco, 1989), NIRVANA gravava o EP "Blew" com o iminente renomado produtor Steve Fisk. Nesse EP, foi lançada a canção "Stain" e que ficaria esquecida no catálogo do NIRVANA, a qual seria relançada no disco "Incesticide" (3º trabalho de estúdio, 1992), que se trata de uma coletânea de músicas e covers que ficaram de fora dos 02 primeiros álbuns do grupo.

Chad Channing ainda era o baterista da banda, onde cederia o posto para Dave Grohl somente em 1990.

A canção "Stain" seria um meio-irmão da música "Been a Son" (também lançada no EP "Blew" e posteriormente no disco "Incesticide"), que mostra a evolução da sonoridade do NIRVANA saindo daquele peso ao som de martelos do álbum "Bleach", para fazer a transição para as canções mais melódicas que seriam lançadas no 2º disco da banda, "Nevermind" (1991).

É uma boa música que empolga, mas com uma letra triste.


Confira as resenhas das outras músicas que o site rockinthehead já publicou:




























































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