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Kurt Cobain: novo relatório forense afirma que ele pode ter sido assassinado

  • by Brunelson
  • há 26 minutos
  • 3 min de leitura

A polícia de Seattle respondeu a um novo relatório que afirma que Kurt Cobain pode ter sido assassinado.





Uma equipe não oficial do setor privado de cientistas forenses contestou os resultados da autópsia referentes à morte do ícone grunge em abril de 1994.


A lenda do NIRVANA morreu em sua casa aos 27 anos de idade. Na época, o legista encarregado determinou que ele havia cometido suicídio e a causa da morte foi listada como um ferimento de bala auto-infligido por espingarda.


Há décadas que alguns contestam essa decisão, apresentando várias teorias da conspiração alegando que o ícone grunge não tirou a própria vida.


Algumas das alegações mais recentes vêm de uma equipe não oficial do setor privado de cientistas forenses que trabalhou com a pesquisadora independente, Michelle Wilkins, e o especialista, Brian Burnett, para analisar as evidências.


Segundo a revista britânica New Music Express, a equipe passou 03 dias analisando o material da cena do crime e descobriu algumas evidências que supostamente contradizem o veredicto de suicídio da autópsia.


A equipe afirma ter revisado “exaustivamente” os documentos da autópsia e ter publicado um artigo científico com suas conclusões, o qual foi aceito para publicação no International Journal of Forensic Science.


Burnett, especialista em examinar mortes em que uma provável overdose de drogas é seguida por ferimentos por arma de fogo, disse em entrevista: “Isso é um homicídio e precisamos fazer algo a respeito”.


A equipe também alega que pode ter havido uma ou mais pessoas envolvidas na morte de Cobain, e que elas podem ter supostamente forçado o frontman do NIRVANA a tomar uma grande dose de heroína que o levaria a uma overdose, antes de dispararem o tiro.


O texto também cita o que descrevem como várias inconsistências no relatório oficial da autópsia, alegando que houve danos a órgãos que "não acontecem em mortes por espingarda", questionamentos sobre onde o cartucho da espingarda caiu no chão e um debate sem resposta sobre por que as mãos de Cobain estavam "tão limpas" após sua morte.


Eles também alegam que o bilhete que Cobain deixou escrito contêm 02 estilos diferentes de caligrafia.


Após as alegações virem à tona, um porta-voz do Gabinete do Médico Legista responsável pela autópsia em Cobain, manteve sua decisão inicial em resposta: "O Gabinete do Médico Legista responsável trabalhou em conjunto com a polícia local, realizou uma autópsia completa e seguiu todos os procedimentos para chegar à conclusão de que a causa da morte foi suicídio".


Eles acrescentaram ainda que estariam dispostos a reexaminar o caso "se novas evidências surgirem", mas até o momento acreditam que: "Não vimos nada que justifique a reabertura desse caso e nossa determinação anterior de óbito".


A polícia de Seattle também divulgou um comunicado que diz: "Nosso detetive concluiu que Kurt Cobain cometeu suicídio e essa continua sendo a posição mantida por esse departamento".


Michelle Wilkins insistiu para que o caso fosse reaberto e afirmou que as autoridades disseram que "nem sequer estavam analisando as suas provas".


Ela concluiu: “Se estivermos errados, basta que nos provem. Foi só isso que pedimos a eles”.




















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