• by Brunelson

Nirvana: empresário conversou com detetive que reforça a ideia sobre teoria da conspiração


Numa livraria em Los Angeles, divulgando e dando autógrafos referente ao lançamento do seu novo livro, "Serving The Servants", um fã perguntou a Danny Goldberg (empresário do NIRVANA e autor do livro que marca os 25 anos do falecimento de Kurt Cobain) sobre a teoria da conspiração que Courtney Love assassinou Kurt.


Goldberg disse em resposta: “Eu escrevo sobre isso mais detalhadamente no livro, porque uma vez conheci Tom Grant e uma vez só foi o suficiente. Grant foi o detetive que andou girando e divulgando durante todos esses anos a teoria de conspiração do assassinato. Você sabe, ele me deu as suas razões sobre por que ele achava isso muito suspeito e eu disse a ele: ‘Você não acha que o Departamento de Polícia de Seattle investigaria isso? É uma espécie de notícia de primeira página e eles estariam sob um grande escrutínio'".


"Grant me respondeu: 'Ah, eu sei como os departamentos de polícia podem ser corruptos'".


"Então, foi nesse ponto que parei de prestar atenção nele, porque para mim, é absurda a implicação de que Courtney Love estava de alguma forma entrando em uma delegacia de polícia em Seattle para os corromperem. Eu não acho eles sequer a deixariam entrar em uma delegacia de polícia".


“Especialmente naqueles dias, sabe? Eu sinto que foi o suficiente para mim, combinado com o que tinha visto na semana anterior antes do seu falecimento, sabendo da condição em que Kurt estava. Eu sei que Krist Novoselic (baixista do NIRVANA) compartilha dessa mesma visão, mas é apenas a minha opinião inalterável sobre este assunto, certo?"


"Eu ainda recebo mensagens do tipo: 'Você está encobrindo um assassinato depois de todos esses anos'. Você sabe, as pessoas estão com dor e é muito ruim quando alguém se mata”.


“Artisticamente falando, Kurt foi uma das pessoas mais bonitas que eu já conheci no mundo da música. Não há resposta para o motivo de algumas pessoas se matarem e outras não. Nenhum psiquiatra, rabino, sacerdote, budista ou filósofo inventou uma razão para isso. Eles não sabem o por quê, mas algumas pessoas simplesmente reagem e transformam a sua dor em algo estranho”.


“Se bem me lembro, estava trabalhando para Albert Grossman quando Janis Joplin morreu (empresário e produtor da cantora). No entanto, eu era jovem e não a conhecia bem, só a conheci uma ou duas vezes, mas eu era um grande fã de Janis Joplin e estava pensando no fundo da minha mente naquela época: 'Ele não poderia ter feito alguma coisa para salva-la?'"


"Agora eu percebo que estava errado, você não pode sempre fazer alguma coisa pelo outro, mas entendo as pessoas que estão à distância e com dor à procura de explicações... Tenho centenas delas em minhas redes sociais procurando por respostas".

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