Alice in Chains: "o novo disco é um dos meus favoritos"

August 10, 2018

 

A convenção de imprensa do Hell Festival, ocorrido em Julho/2018 na cidade de Clisson, França, havia entrevistado o baixista e o baterista do ALICE IN CHAINS, Mike Inez e Sean Kinney - o qual a banda havia se apresentado.

 

Falando sobre o próximo álbum do grupo, "Rainier Fog" (8º trabalho de estúdio, a ser lançado no final de Agosto), Mike disse: “É um álbum legal. Os discos são como sinais de sinalização em sua carreira e é nesse ponto que estamos em 2018. Não pensamos muito sobre isso, tipo: 'Ah, temos que fazer um disco desse jeito assim'. Há um processo de filtragem onde todo mundo tocam os seus riffs e coisas num 'moedor de carne' ou numa 'máquina de café', sendo que depois, 10 músicas saíram disso ao longo de 01 ano".

 

"Eu realmente gosto desse disco, sabe? Nós chamamos uma pessoa diferente para mixar e também gravamos em cidades diferente. Nós voltamos para Seattle para fazer as trilhas básicas, onde Sean mora, então, Sean podia ir para casa todas as noites".

 

“Nós nos aproximamos do mesmo jeito, apenas ligamos os nossas instrumentos nos amplificadores e tudo fica bem para nós. Aprendemos a confiar nisso e é legal... Eu amo esse disco e sério, é um dos meus favoritos".

 

Kinney também falou sobre a longevidade do ALICE IN CHAINS: “Eu sinto que já vencemos e que ainda estamos avançando. Acabamos de gravar um novo disco, onde cavamos fundo nele e fazendo a música que gostamos, ainda vivendo as nossas vidas de uma forma bem direta e verdadeira, não sendo afetados e não perseguindo as tendências. Nós apenas forjamos a nossa própria maneira de passar pela vida e passar pelas mesmas coisas que todos têm que passar - todas as perdas e altos e baixos. A única diferença é que às vezes, você tem que fazer isso em público um pouquinho e se você ainda está fazendo isso, você está fazendo com os seus amigos e pela mesma razão quando começamos a banda, desde quando eu tinha 20 anos... Refletir assim é uma coisa muito legal”.

 

Kinney finalizou: “Eu nunca pude mesmo envolver a minha cabeça em torno de tudo o que aconteceu e como aconteceu, e essa é a coisa legal com a vida - você é derrubado e continua. Tente fazer o que quiser e se você pode ganhar a vida se sustentando e não sendo um fardo financeiro ou emocional para alguém, não importando se você apenas gosta de servir xícaras de café, mas se você é bom no que faz e pode ganhar a vida para se sustentar, então, isso é tão bom quanto a vida é. Por isso temos a sorte de poder fazer o que gostamos para viver... Não vivemos pelas regras de ninguém, por isso podemos forjar a nossa própria, o que eu acho que é uma espécie de vitória para tudo o que passamos”.

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