Pink Floyd: os 03 locais que a banda foi proibida de retornar para realizar um show
by Brunelson
7 de abr.
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Atualizado: 11 de abr.
Quando se trata de ser um incômodo em shows, geralmente são as bandas de rock com um som mais pesado que você iria associar para destruir casas de show, quartos de hotel e bares, e consequentemente serem impedidas de voltar a esses lugares.
Por exemplo, você pode facilmente imaginar uma banda como o BLACK SABBATH ou o THE WHO fazendo todo tipo de palhaçadas debochadas, mas não imaginaria uma banda como o PINK FLOYD fazendo algo próximo do mesmo nível de imprudência.
Mais como música de um homem pensante, por assim dizer, havia uma seriedade maior no PINK FLOYD que sugeria que eles não eram do tipo que se envolveriam em atos frívolos de dano criminoso, e estavam simplesmente focados na tarefa de fazer música e transformá-la em um espetáculo para o público. Com seus muitos álbuns conceituais e ambiciosos filmes de shows, sua dedicação em fazer música desafiadora e expansiva era sua prioridade nº 01.
E o fato de raramente se envolverem em controvérsias picantes sugere isso.
Claro, a banda pode ter sido conhecida por seus envolvimentos com drogas, mas era o tipo de substância que te deixava muito mais introspectivo em vez de desordeiro, e por mais profundo que o PINK FLOYD conseguisse ser com seu estilo de rock espacial progressivo, eles certamente não se preocupavam apenas em criar carnificina.
PINK FLOYD não era simplesmente esse tipo de banda, e se você está atrás disso, então, é melhor você procurar em outro lugar.
O fato deles terem recebido proibições permanentes de 03 locais ao longo de suas carreiras, pode ter sido uma surpresa, e embora parte disso possa ter sido culpa deles, suas palhaçadas e razões para terem sido impedidos de se apresentarem em certos lugares são um pouco mais brandas em comparação aos seus colegas contemporâneos como o LED ZEPPELIN e ROLLING STONES.
O 1º local a impor tal exclusão foi o Queen Elizabeth Hall, em Londres. Isso ocorreu na época em que Syd Barrett (vocalista/guitarrista/compositor original) ainda estava no PINK FLOYD, e apesar de ainda estarem gravando seu disco de estreia na época, "The Piper at The Gates of Dawn" (1967), eles foram chamados para tocar no evento chamado Games For May, em 1967, que foi anunciado como "o relaxamento da era espacial para o clímax da primavera".
Embora as bolhas e flores que foram lançadas na plateia tenham sido bem recebidas como um bom espetáculo sugere, as marcas deixadas nos novos assentos de couro do local deixaram os proprietários do mesmo sem muita hesitação sobre não permitir a volta do PINK FLOYD ao local, suspendendo essa proibição somente após 49 anos do fato ocorrido.
Outro momento foi apenas 01 ano depois, quando eles causariam danos ao Royal Albert Hall, também em Londres, o que, segundo David Gilmour (vocalista/guitarrista), se deveu a alguns fatores. Embora ele tenha sido autorizado a retornar ao local para uma apresentação solo, a banda nunca mais se apresentaria lá depois do seu show em 1968, quando eles pregaram a bateria de Nick Mason no palco e dispararam "canhões" no salão, tudo sem ter obtido as devidas autorizações.
Porém, a última proibição que receberam não foi culpa deles e nem foram a única banda a ser barrada. De fato, os eventos que ocorreram no show do PINK FLOYD em 1975 no Estádio Ivor Wynne, na cidade de Ontário, Canadá, resultaram na proibição total de qualquer show e de qualquer banda no local. O estádio estava lotado com mais de 55 mil pessoas, algumas delas embriagadas e se espalhando pelas ruas da cidade, tanto antes quanto depois do show - para grande choque dos moradores locais.
"Não acho que a cidade estava preparada", disse o morador local, Dave Elley, ao canal canadense CBC em 2012, após o fechamento total do estádio. Mesmo assim, o PINK FLOYD não fez nenhum outro show na cidade de Ontário por 33 anos, depois que eles, involuntariamente, causaram caos e sustos ao povo canadense.
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