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  • by Brunelson

Chris Cornell: a banda que fez ele se apaixonar pela música


A vida do falecido frontman das bandas SOUNDGARDEN, TEMPLE OF THE DOG e AUDIOSLAVE, Chris Cornell, girou em torno da música desde cedo. Em sua infância, a música foi uma fonte de escapismo e uma oportunidade de flutuar brevemente para outros reinos e longe de tensões.

E enquanto a maioria das crianças ficavam ocupadas brincando ao ar livre, Cornell se contentava com a companhia do seu toca-discos.

A doutrinação de Cornell na música foi graças à sua família e aos seus irmãos mais velhos. Nascido em 1964, o nativo de Seattle era jovem demais para viver a Beatlemania e a histeria da década de 60, mas como milhões de pessoas, ele foi moldado pela música feita naquela época.


O seu primeiro caso de amor foi com a banda THE MONKEES, responsáveis ​​por iniciar a sua jornada na arte musical.

Durante uma entrevista para a rádio britânica da BBC, Cornell havia dito: “Ficavam alguns discos do THE MONKEES espalhados pela minha casa e que chamaram a minha atenção quando eu tinha cerca de 04 ou 05 anos de idade, foi quando ouvi pela 1ª vez os álbuns do THE MONKEES”.

Mesmo mal conseguindo andar ou falar sendo ainda uma criança, Cornell já estava com vontade de deixar o THE MONKEES de lado e ver o que tinha de outras músicas por aí. Naturalmente, o próximo passo na sua evolução foi ouvir os BEATLES e essa descoberta mudou a sua vida de maneiras inimagináveis.

Cornell explicou: “Então, em algum lugar lá, quando eu tinha 08 anos de idade, eu acho que já estava escutando todo o catálogo dos BEATLES e foi aí que eu realmente entrei na música, onde ela se tornou importante pra mim. Eu meio que me tornei um nerd da música e sentava no meu quarto como se fosse uma atividade a fazer e apenas ficava sozinho escutando aqueles discos por horas e horas”.

Elaborando sobre aquela época de sua vida, Cornell comparou o seu amor pelo BEATLES a uma educação formal na forma de arte escolhida: “Acho que aquele período, que durou alguns anos em que eram apenas os BEATLES no meu toca-discos, acho que de certa forma foi como uma faculdade de música pra mim. Não só escrevendo, mas gravando, cantando, produzindo discos e tudo mais, sem perceber porque eu ouvia tudo aquilo com muita atenção, sabe? Tudo parecia acontecer de alguma forma inconscientemente porque eu não estava pensando em fazer aquilo na minha vida, tipo, nunca pensei que algum dia seria músico, escreveria músicas ou seria um cantor”.

Quando questionado se havia uma música específica dos BEATLES que teve um impacto significativo sobre ele naquela idade, Cornell preferiu escolher 02 álbuns da banda britânica: “Bem, existem diferentes fases, mas eu realmente mergulhei no disco 'Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band' (8º disco, 1967), mas isso foi sem o conhecimento que era um álbum de alguma importância para várias pessoas. E então, me lembro de ouvir o disco 'Abbey Road' (12º disco, 1969) nos meus fones de ouvido e essa foi a minha primeira experiência com fones de ouvido que eu tive... Você sabe como é, você conecta os fones de ouvido, aumenta o volume e aquilo se torna em uma experiência incrível”.

Embora o seu gosto musical tenha continuado a se desenvolver ao longo do tempo, à medida que ele se interessava por novos gêneros, o amor de Cornell pelos BEATLES nunca desapareceu. Em 126 ocasiões ao longo de sua carreira como artista solo, ele tocou o cover da música "A Day in The Life" dos BEATLES em seus shows, destacando a sua adoração pela banda.




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