• by Brunelson

Smashing Pumpkins: "não é só pesado, faz coisas estranhas e maravilhosas ao mesmo tempo"


SMASHING PUMPKINS recentemente se apresentou em Londres para um dos 02 únicos shows europeus em outubro/2018 (Itália, também).


Com vários reviews e matérias positivas sobre a turnê de reunião pelas arenas nos EUA, os veículos de comunicação britânicos também teceram os seus comentários. Confira alguns trechos:


O jornal The Guardian relatou:


Que isso não sirva como uma lição de salutar os perigos que o excesso oferece, mas é um testemunho da profundidade e amplitude do catálogo do SMASHING PUMPKINS. Apesar de sua associação inicial com o grunge, eles nunca foram restritos a um termo unidimensional, com os melhores momentos vindo de canções como, "1979", e a sublime, "Try Try Try" - ou onde as guitarras zumbem brilhantemente em altos e baixos tons, em músicas como, "Rhinoceros" e "Drown". Billy Corgan tem uma facilidade com melodia e um interesse em tom e textura, que está milhas à frente da maioria de seus contemporâneos do rock alternativo.


O site Arts Desk também relatou:


E o que falar das músicas seminais? Os primeiros 30 minutos foram inegáveis, desde os nítidos sons acústicos da pérola do álbum "Siamese Dream" (2º disco, 1993), com a canção, “Disarm” (e a lendária letra: “O assassino em mim / É o assassino em você”) e na distorção da música “Rocket”. Representando o 1º álbum, "Gish" (1991), estavam as músicas, “Siva” e “Rhinoceros”, até chegarem na assinatura grunge favorita do fã, a canção “Drown” - da trilha sonora do filme de 1992, Singles.


Pelo menos, até o ano 2000, esta é uma banda cujo arsenal de músicas está praticamente inigualável. E eles tocam a maioria das músicas que um fã pode querer, ainda que algumas que não precisariam necessariamente tocar, mas eles fazem com o mesmo ímpeto de qualquer outra. Depois, clássicas músicas surgem com, "Cherub Rock”, “Today”, “1979”, “Bullet With Butterfly Wings" e até chegarem no encore break, para retornarem ao palco com o 2º single do novo álbum, a canção "Silvery Sometimes”, fechando um verdadeiro show ao estilo havaiano no cover da Disney, a música “Baby Mine ”.


SMASHING PUMPKINS nunca foi somente uma banda pesada, mas também capaz de fazer coisas estranhas e maravilhosas ao mesmo tempo.

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